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10月28日 Citação Amores morrem. Este foi um e-mail de um amigo que pediu que eu o revisasse antes dele enviar… Eu o salvei por me identificar com algumas partes do texto, pedi autorização na época para que um dia eu viesse a publicar e óbvio, dando o devido mérito ao autor. Quem disse que um coração partido não serve para nada? Esta parte do e-mail mostra que mesmo com o coração em pedaços podemos escrever coisas que nem o mais feliz dos felizes conseguiriam, descrever o ciclo do amor. Obrigado por confiar em mim ao pedir que o lesse antes de enviar e elogio o fato de mesmo com o coração nas mãos, transcrever em palavras o que sente e dizer que ainda partido o seu coração pulsa por alguém, amar é isso. Todo dia morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas como você mesmo dizia, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morrem depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição. Todo dia morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir que nada seja mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem. Todos os dias um amor é assassinado, com a adaga do tédio, a circunstância da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição... A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências. Existem, por fim, os amores fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos dias, meses e anos, da mesa-redonda no final de domingo, das cuecas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido a não ser como lendas.
Daniel Bezerra Gomes 10月23日
Eu acordei mês passado / Pra refazer alguns estragos em outras capitais Tem coisas que eu não vejo mais /Tem coisas que eu cansei de ver Eu tinha um plano bem traçado / Mas também tava atrasado e tinha muito medo Quem sabe hoje acorde cedo / Quem sabe perca o medo e acorde só amanhã Se eu tivesse outra família / se eu viesse de outro lugar Se eu só cantasse pra você ouvir / tu também iria cantar Se eu tivesse mais vergonha antes de falar sempre o que eu quero falar Se eu fosse o John ou o Paul / alguma coisa iria mudar? Já que ser eu de nada adiantou / Ser outro alguém pode te ajudar? Se eu não tentasse tanto alguma hora você teria que tentar. [Ouvindo – A tv da sala passando Shena] 10月19日 Se eu não fosse quem eu sou, se eu não fosse eu... Se eu escolhesse alguma religião, se eu mudasse a estação para sua rádio favorita... Faria diferença? 10月18日 A tua diversão É me escrever Pra eu saber que acabou de chegar Que passou por aqui e não quis me chamar
Bebi saudade a semana inteira Pra domingo você me dizer Que não sabe o que quer E não quer mais saber Ah, veja você Agora tem tanto pra me dizer Ah, veja você Agora, quem tem medo de perder? Espera eu voltar Pra se esconder Esperou a semana passar Passou dizer que domingo esperou eu ligar Mas foram tantas mentiras, foi tanta besteira Da verdade, eu não quero saber Já perdi tanto tempo tentando entender Ah, veja você Agora tem tanto pra me dizer Ah, veja você Agora, quem tem medo de perder? Ah, o que eu fui fazer Menti pra todos que eu já sei viver Ah, veja você Menti pra todos que sei esquecer [Ouvindo – Entrar pela janela do quarto algum barulho distante de algum show distante] 10月12日
Tempo que não posto nada... Novidades boas virão!
10月5日  "Há dois tipos de pessoas no mundo, as que amam e as que se deixam ser amadas." As que amam não traem, enquanto as que simplesmente se deixam ser amadas, não amam, apenas gostam de receber o amor, gostam de se sentirem amadas, por isso elas traem, mentem e se deixam levar por situações... Quando as pessoas que amam percebem que não são amadas, elas, algumas desistem de amar, tornam-se pessoas que se deixam ser amadas, seguindo um ciclo, pois quando percebemos que estamos perdendo aquela pessoa que nos amou e nós não demos o amor que a pessoa merecia, nós passamos a amar, as pessoas que se deixaram ser amadas passam a amar, como a vida, tudo eh um ciclo, que nem o amor. Autor: Desconhecido
10月2日 Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes". No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava: - Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? - Ainda bem que esse infeliz morreu! Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles. A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"? No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA”. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA." O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda". (Luiz Fernando Veríssimo)
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